- Ratinha assim me chamavam quando era criança.
- O pensamento filosófico começa com o sujeito humano, não meramente o sujeito pensante, mas as suas ações, sentimentos e a vivência de um ser humano individual. O ponto de partida do indivíduo é caracterizado pelo que se tem designado por "atitude existencial", ou uma sensação de desorientação e confusão face a um mundo aparentemente sem sentido e absurdo.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
REFLEXAO:
ACREDITO QUE SOMOS ALVOS DE UMA SOCIEDADE IMPOSTA PELO PROPRIO HOMEM, OU SEJA, CRIADA POR NOS MESMOS E QUE POR CONSEQUENCIA TE TRANSFORMA NAQUILO QUE VOCE OUVE, VE, APRENDE E ACREDITA SER ATè POR ALGUM DETERMINADO MOMENTO DA SUA VIDA. MAS DEPOIS VEM A CRISE DA CONSCIENCIA DO QUE VOCE PODERIA TER FEITO DIFERENTE E A CULPA SERà DE QUEM? DO PROPRIO REALIZADOR OU DO CRIADOR? EIS A QUESTAO KKKKK....A TRAGEDIA DE JOSY HAMLET HEHEHEH
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Note:
Moralidade da mentira
Mentir é contra os padrões morais de muitas pessoas e é tido como um "pecado" em muitas religiões. As tradições éticas e filósofos estão divididos quanto a se uma mentira é alguma situação permissível – Platão disse sim, enquanto Aristóteles, Santo Agostinho e Kant disseram não.
Mentir de uma maneira que piore um conflito em vez de diminuí-lo, ou que se vise tirar proveito deste conflito, é normalmente considerado como algo antiético.
Existem pessoas que afirmam que é com frequência mais fácil fazer as pessoas acreditarem numa Grande Mentira dita muitas vezes, do que numa pequena verdade dita apenas uma vez. Esta frase foi proferida pelo Ministro da Propaganda Alemã Joseph Goebbels no Terceiro Reich.
A mentira torna-se uma sátira com propósitos humorísticos quando deixa explícita pelos excessos na fala e o tom jocoso que de fato é uma mentira. Nestes casos é com frequência tratada como não sendo imoral e é bastante praticada por humoristas, comediantes, escritores e poetas.
Etiqueta da mentira
A etiqueta é bastante preocupada com as questões da mentira, atribuição da culpa e hipocrisia – coisas que com frequência são menosprezadas na ética mas de grande utilidade na sociedade:
As razões morais para se tolerar mentiras têm a ver em sua maior parte em evitar conflitos. Um código ético irá com frequência especificar quando a verdade é necessária e quando não é. Em tribunais, por exemplo, o processo antagônico e padrão de evidência que é aplicado restringe as perguntas de maneira que a necessidade da testemunha mentir é reduzida – de maneira que a verdade quanto a questão em julgamento supostamente será revelada com mais facilidade.
A necessidade de mentir é reconhecida pelo termo "mentira social" onde a mentira é inofensiva, e há circunstâncias onde existe uma expectativa de se ser menos do que totalmente honesto devido a necessidade ou pragmatismo. As mentiras podem ser divididas em classes – ofensivas ou mal intencionadas, inofensivas e jocosas, do qual apenas a primeira classe é séria (O catolicismo classifica a primeira como pecado mortal mas também condena as outras como veniais).
Há alguns tipos de mentiras que são consideradas aceitáveis, desejáveis, ou mesmo obrigatórias, devido a convenção social. Tipos de mentiras convencionais incluem:
Mentir é contra os padrões morais de muitas pessoas e é tido como um "pecado" em muitas religiões. As tradições éticas e filósofos estão divididos quanto a se uma mentira é alguma situação permissível – Platão disse sim, enquanto Aristóteles, Santo Agostinho e Kant disseram não.
Mentir de uma maneira que piore um conflito em vez de diminuí-lo, ou que se vise tirar proveito deste conflito, é normalmente considerado como algo antiético.
Existem pessoas que afirmam que é com frequência mais fácil fazer as pessoas acreditarem numa Grande Mentira dita muitas vezes, do que numa pequena verdade dita apenas uma vez. Esta frase foi proferida pelo Ministro da Propaganda Alemã Joseph Goebbels no Terceiro Reich.
A mentira torna-se uma sátira com propósitos humorísticos quando deixa explícita pelos excessos na fala e o tom jocoso que de fato é uma mentira. Nestes casos é com frequência tratada como não sendo imoral e é bastante praticada por humoristas, comediantes, escritores e poetas.
Etiqueta da mentira
A etiqueta é bastante preocupada com as questões da mentira, atribuição da culpa e hipocrisia – coisas que com frequência são menosprezadas na ética mas de grande utilidade na sociedade:
As razões morais para se tolerar mentiras têm a ver em sua maior parte em evitar conflitos. Um código ético irá com frequência especificar quando a verdade é necessária e quando não é. Em tribunais, por exemplo, o processo antagônico e padrão de evidência que é aplicado restringe as perguntas de maneira que a necessidade da testemunha mentir é reduzida – de maneira que a verdade quanto a questão em julgamento supostamente será revelada com mais facilidade.
A necessidade de mentir é reconhecida pelo termo "mentira social" onde a mentira é inofensiva, e há circunstâncias onde existe uma expectativa de se ser menos do que totalmente honesto devido a necessidade ou pragmatismo. As mentiras podem ser divididas em classes – ofensivas ou mal intencionadas, inofensivas e jocosas, do qual apenas a primeira classe é séria (O catolicismo classifica a primeira como pecado mortal mas também condena as outras como veniais).
Há alguns tipos de mentiras que são consideradas aceitáveis, desejáveis, ou mesmo obrigatórias, devido a convenção social. Tipos de mentiras convencionais incluem:
- uso de eufemismos para evitar a menção explícita de algo desagradável;
- perguntas insinceras sobre a saúde de uma pessoa pouco conhecida;
- afirmação de boa saúde em resposta a uma pergunta insincera (os inquiridores com frequência ficam bastante desconcertados por qualquer outra coisa que não a resposta positiva mais breve possível);
- desculpas para evitar ou encerrar um encontro social indesejado;
- garantia de que um encontro social é desejado ou foi agradável;
- dizer a uma pessoa moribunda o que quer que ela queira ouvir;
- supressão de uma quebra de tabu.
CHAMANDO A ATENçAO!
...me lembro, em uma das inumeras situaçoes, pois estava sempre dando preocupaçao para a familia, minha sexualidade foi exposta igual a um piru na seia de natal, teve debate e tudo sobre a minha virgindade, alguns duvidavam e outros defediam. Minha mae me mandou para a casa do meu pai, dizendo: -vai, que nao te aguento mais! era sabado, queria ver o menino que na epoca era o meu primeiro namorado, pedi para o meu pai me deixar voltar para a casa da minha mae e no meio do percurso, me mandei para a casa do namorado, voltei depois de uma semana.
Chegando em casa:
Minha mae em prantos, minhas tias e meus tios tbm, tinham ido por tudo a procurar-me, me lembro que aquilo me deixou feliz, escutar que eles tinham ido atras, saber do meu paradeiro, pois me sentia abandonada, na verdade queria era chamar atençao e enquanto isso, todos pensavam que eu tinha perdido a virgindade, sendo que aquilo deveria ser uma coisa particular entre minha mae e eu, pois nao foi! a mulher do meu pai na epoca, me levou no ginecologista para saber e nao è que o medico tinha dito que eu ja havia dito relaçaçao, sendo que eu tinha usado apenas absorvente interno rsrs.. e ainda perguntei ao medico se aquilo poderia ter rompido meu imèm e ele me olhava com uma cara como se eu estivesse mentindo, fiquei chocada!!!
Um tio veio me dizer que se eu continuasse mentindo, poderia um dia acontecer algo grave e ninguem mais iria acreditar em mim e me deu um exemplo que nunca mais esqueci e tbm serviu para nunca mais mentir, mas nao foi uma liçao boa, pois me tornei a pessoa mais sincera e cara dura do planeta, sem medidas nas palavras, poderia ser a coisa mais orrivel vista pela sociedade ipocrita è obvio, eu contava e falava a verdade. Agora, o medico ginecologo, sinceramente, nao sei! rs...
Chegando em casa:
Minha mae em prantos, minhas tias e meus tios tbm, tinham ido por tudo a procurar-me, me lembro que aquilo me deixou feliz, escutar que eles tinham ido atras, saber do meu paradeiro, pois me sentia abandonada, na verdade queria era chamar atençao e enquanto isso, todos pensavam que eu tinha perdido a virgindade, sendo que aquilo deveria ser uma coisa particular entre minha mae e eu, pois nao foi! a mulher do meu pai na epoca, me levou no ginecologista para saber e nao è que o medico tinha dito que eu ja havia dito relaçaçao, sendo que eu tinha usado apenas absorvente interno rsrs.. e ainda perguntei ao medico se aquilo poderia ter rompido meu imèm e ele me olhava com uma cara como se eu estivesse mentindo, fiquei chocada!!!
Um tio veio me dizer que se eu continuasse mentindo, poderia um dia acontecer algo grave e ninguem mais iria acreditar em mim e me deu um exemplo que nunca mais esqueci e tbm serviu para nunca mais mentir, mas nao foi uma liçao boa, pois me tornei a pessoa mais sincera e cara dura do planeta, sem medidas nas palavras, poderia ser a coisa mais orrivel vista pela sociedade ipocrita è obvio, eu contava e falava a verdade. Agora, o medico ginecologo, sinceramente, nao sei! rs...
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