Depois de toda aquela turbulencia hormonal...me lembro, que faziamos muitas brincadeiras, uma delas era de policia pega ladrao, era sempre dividido entre neninas e neninos, era uma adrenalina quando começavamos a brincar, tinha muita paquera, grupinhos e desconfianças no meio desse pega, pega mais moderno rsrs...pois alguns menininhos mais avançadinhos ja tinham a intençao de pegar a amiga da namoradinha e ali, começavam os conflitos e as decepçoes. Pois sempre levantei a bandeira da lealdade e da amizade em todos os sentidos, achava que todo mundo tinha que pensar e agir como eu, e era ali, que me ferrava!
Acreditei em coelhinho da pascoà atè os meus 11, 12 anos de idade, parece mentira, mas è a pura verdade. Minha mae criava situaçoes para que parecesse que o coelhinho tivesse vindo de verdade, uma delas, foi quando ela nos deixou em casa dormindo e disse que iria jogar canastra, um jogo de cartas, a noite toda na casa da vizinha e que nao iria levar a chave pois, voltaria sò na parte da manha, na minha cabeça ficou aquilo, ela nao tinha como entrar, pois a chave estava dentro de casa e moravamos no quarto andar, seria impossivel ela entrar e largar os chocolates para depois procurarmos, sò que ela tinha feito uma copia da chave e no meio da madrugada entrou em casa e preparou tudo, deixou uma cenourinha roida, como se tivesse sido o proprio coelhinho, uma penugem branca, enfim, armou toda uma situaçao para que eu acreditasse, eeeee acreditei!!!
Cresci houvindo que os pais nuncam mentem... atè chegar o dia da separaçao dos meus pais...
- Ratinha assim me chamavam quando era criança.
- O pensamento filosófico começa com o sujeito humano, não meramente o sujeito pensante, mas as suas ações, sentimentos e a vivência de um ser humano individual. O ponto de partida do indivíduo é caracterizado pelo que se tem designado por "atitude existencial", ou uma sensação de desorientação e confusão face a um mundo aparentemente sem sentido e absurdo.
sábado, 25 de junho de 2011
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Note:
A partir dos 11 anos, mais ou menos, o "pequeno" começa a enfrentar diversas transformações e, aos 15 anos, dificilmente reconhece-se no jovem a criança que ele foi ha quatro anos. Ele já é uma outra pessoa, mas sente-se ainda assustado e desadaptado a seu novo ser.
A puberdade refere-se ao período no qual se manifestam as características sexuais secundárias, com transformações no corpo e alterações no metabolismo. A adolescência constitui um período mais amplo, que alguns autores consideram uma invenção cultural da sociedade contemporânea.
Este é um tempo de passagem da infância para a vida adulta, um período de preparação para que a criança se transforme num membro ativo da sociedade, num indivíduo produtivo, criativo, independente e capaz de perpetuar sua espécie". Assim a dra. Laura Marisa Calejon — psicóloga e professora de Psicologia do Desenvolvimento nas Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo — define puberdade e adolescência, épocas marcantes no processo evolutivo de todo ser humano.
Paralelamente, há o crescimento dos seios, a primeira menstruação (menarca), nas meninas; o desenvolvimento da musculatura, a mudança de voz.
TRANSFORMAÇÕES QUE ASSUSTAM
Quando as meninas são bem orientadas, chegam à adolescência preparadas para aceitar a menstruação e as demais transformações de seu corpo. Mas esses fenômenos poderão representar acontecimentos ameaçadores e assustadores se não estiverem claramente conhecidos e assimilados.
Entretanto os jovens podem acolher tudo isso como coisas naturais que fazem parte do processo normal do crescimento. "O corpo em transformação passa a ser outro corpo" — afirma Laura Calejon —
Se o desenvolvimento anterior foi satisfatório.fica mais fácil elaborar o luto pela infância perdida, valorizando os novos recursos, percebendo sua própria capacidade reprodutora, entendendo que não está perdendo nada e assumindo as responsabilidades pela novas aquisições".
Porém as orientações recebidas e as experiências vividas durante a meninice são as mais variadas possíveis, produzindo também as mais diferentes reações na adolescência. Muitas meninas, por exemplo, esperam tranqüilamente sua primeira menstruação e sentem-se orgulhosas quando ela chega, e outras sentem vergonha e mesmo medo diante do suposto perigo que ela representa.
Um comportamento assim negativo pode perfeitamente ser evitado, se os pais, sobretudo as mães, ajudarem suas filhas, estimulando-as a sentir-se felizes com sua feminilidade, representada pelo advento da menstruação, e providenciando um atendimento médi-co-ginecológico adequado para elas.
Aparentemente os adolescentes de hoje estão mais bem informados sobre estas questões e, portanto, deveriam apresentar menos inquietações. Porém, nem sempre eles recebem as instruções mais correias e apropriadas, principalmente se aprendem somente em conversas com companheiros. Nota-se que muitos jovens apenas reprimem suas ansiedades, desejos e dúvidas e, sem entenderem direito o que lhes está acontecendo, ou sem conseguirem controlar todas as suas fantasias, torturam-se com medos desnecessários e infundados.
A puberdade refere-se ao período no qual se manifestam as características sexuais secundárias, com transformações no corpo e alterações no metabolismo. A adolescência constitui um período mais amplo, que alguns autores consideram uma invenção cultural da sociedade contemporânea.
Este é um tempo de passagem da infância para a vida adulta, um período de preparação para que a criança se transforme num membro ativo da sociedade, num indivíduo produtivo, criativo, independente e capaz de perpetuar sua espécie". Assim a dra. Laura Marisa Calejon — psicóloga e professora de Psicologia do Desenvolvimento nas Faculdades Metropolitanas Unidas, em São Paulo — define puberdade e adolescência, épocas marcantes no processo evolutivo de todo ser humano.
Paralelamente, há o crescimento dos seios, a primeira menstruação (menarca), nas meninas; o desenvolvimento da musculatura, a mudança de voz.
TRANSFORMAÇÕES QUE ASSUSTAM
Quando as meninas são bem orientadas, chegam à adolescência preparadas para aceitar a menstruação e as demais transformações de seu corpo. Mas esses fenômenos poderão representar acontecimentos ameaçadores e assustadores se não estiverem claramente conhecidos e assimilados.
Entretanto os jovens podem acolher tudo isso como coisas naturais que fazem parte do processo normal do crescimento. "O corpo em transformação passa a ser outro corpo" — afirma Laura Calejon —
Se o desenvolvimento anterior foi satisfatório.fica mais fácil elaborar o luto pela infância perdida, valorizando os novos recursos, percebendo sua própria capacidade reprodutora, entendendo que não está perdendo nada e assumindo as responsabilidades pela novas aquisições".
Porém as orientações recebidas e as experiências vividas durante a meninice são as mais variadas possíveis, produzindo também as mais diferentes reações na adolescência. Muitas meninas, por exemplo, esperam tranqüilamente sua primeira menstruação e sentem-se orgulhosas quando ela chega, e outras sentem vergonha e mesmo medo diante do suposto perigo que ela representa.
Um comportamento assim negativo pode perfeitamente ser evitado, se os pais, sobretudo as mães, ajudarem suas filhas, estimulando-as a sentir-se felizes com sua feminilidade, representada pelo advento da menstruação, e providenciando um atendimento médi-co-ginecológico adequado para elas.
Aparentemente os adolescentes de hoje estão mais bem informados sobre estas questões e, portanto, deveriam apresentar menos inquietações. Porém, nem sempre eles recebem as instruções mais correias e apropriadas, principalmente se aprendem somente em conversas com companheiros. Nota-se que muitos jovens apenas reprimem suas ansiedades, desejos e dúvidas e, sem entenderem direito o que lhes está acontecendo, ou sem conseguirem controlar todas as suas fantasias, torturam-se com medos desnecessários e infundados.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Fase seguinte...
Em 1991, tinha completado 11 anos, prè adolescencia, meus seios estavam crescendo de forma absurda para a minha idade, mal sabia que estava para descer a tal mestruaçao. Bem no dia, tinha comido beterraba, achei que era por isso, quando me dei por conta que continuava, pensei logo, como vou brincar? serà que meus amigos irao perceber? sai gritandooooo: maeeeeeeeeee!!! me machuquei!!! ela veio correndo, preocupada, o que aconteceu minha filha? -ta saindo sangue. Como assim, deixa eu ver? logo veio o seu sorriso e disse: voce ta mocinha minha filha. Mosquinha??? como assim mae???? mocinha minha filha, nao mosquinha rsrsrs...E agora mae, o que devo fazer? - ela respondeu: a partir de agora deverà usar absorventes, sentar de pernas fechadas e comer menos beterraba kkkkkkkkk...tava era tirando onda da minha cara!
mamis I love Youuuuu...
mamis I love Youuuuu...
segunda-feira, 13 de junho de 2011
...ainda atè os 10 anos de idade, me lembro que faziamos muita reuniao dançante, nos reuniamos sempre na casa de algum amiguinho para escutar musicas romanticas, aquela que entra na vea, bate na alma e sai pelos olhos rsrrs...tinha a vassoura tbm, era o maximo, ela era o objeto da troca de casal, ali demonstravamos a nossa vontade de estar ou dançar com o menino ou vice-versa, no meio desta politica comportamental, ali ja se percebia o carater, o respeito do que podia e nao podia, a guerra da conquista e da amizade. Me lembro de um episodio que estavamos na reuniao dançante na casa de um amiguinho, o apelido dele era rato, me lembro que tinha um namoradinho e estava atras de uma cortina beijando, era o segundo menino que tinha beijado, as minhas amigas na epoca, tramaram em me sacanear naquela festa, eu tinha fugido da minha mae, tinha dito pra ela que ia comprar sorvete e me mandei pra festinha, quando ela foi me buscar, pois ela descobriu, porque as meninas foram la contar, bem no momento em que estava beijando, na verdade, tentando beijar, nè! porque estava ali era me babando, estava aprendendo hehehhe... na fase do conhecimento, escuto bater na porta, meu coraçao quase saiu na boca do menino rsrsr...era minha mae, com uma cinta na mao, uma das meninas abriu a porta e a outra foi la abrir a cortina, dizendo: è a sua mae!!! ela me deu o flagra, aff.. maria!! ela me pegou pelas orelhas na frente de todo mundo, que vergonha! depois fiquei sabendo que uma das minhas "amigas" tinha ficado com o menino rsrsrs...enfim! coisas da vida. Alem do meu amigo rato, tinha outros apelidos nesse genero, como: perereca, bioneca, perna longa, sagui, seco, butanta, macaco e pra finalizar o apelido do primeiro menino que beijei era cavera kkk...e assim ia, era uma bixarada naquele comdominio que nao se entedia era nada kkkk....
sexta-feira, 10 de junho de 2011
back to childhood
Momentos felizes...lembro das minhas apresentaçoes como paquita, tinhamos um grupo, com costureira, empresario, patrocinador, faziamos apresentaçoes em festas, eventos e creches, era o maximo para mim na epoca, ficava viajando na mionese muitas vezes sentada na cama saindo do disco voador da xuxa kkkk...dentro de toda essa alegria existia tbm os conflitos e pra variar era sempre comigo. Um dia fomos nos apresentar em uma creche e nao tinha tecido suficiente para confeccionar a roupa da menina que representava a xuxa, pois a menina era grande e fofinha rs.., tinha tecido para fazer para uma que fosse magrinha, ou seja, a menorzinha do grupo, que era eu, tinha 8 anos, entrando em acordo, quase todo mundo, menos a colega que seria a xuxa, pois me olhava com olhos de mafia, tipo assim " vc me paga sua magrela" rsrs..na hora da apresentaçao, tava eu là dançando na frente do grupo, na hora que ela veio para fazer uma coreografia comigo, em vez de fazer a coreografia, ela puxou meu cabelo na frente de todo mundo, quase destroncou meu pescoço e eu continuei pulando mas chorando kkkkkk....atè o final da musica ehehhe.. rsrs..mas aconteceu hiihih...depois veio as lambadas, menudos, dominò, Technotronic...ai como era bom!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Reflexao:
Resolvi postar essa sindrome de estocolmo para comparar com os sentimentos tbm que criamos em confronto aos nossos pais. Crescemos houvindo è seu pai, è sua mae, mas perai! porq temos que amar pessoas que nos maltratam? que acham que educar è bater? mesmo fazendo essa comparaçao, NAO SINTO NENHUM SENTIMENTO DE ODIO PELOS MEUS PAIS, MUITO PELO CONTRARIO, EU OS AMO INFINITAMENTE, tbm deixo claro que isso tudo que escrevo nao necessariamente esta baseado na minha infancia e sim tbm nas infancias dos outros e das minhas leituras de comportamento na sociedade. Essa sindrome ela è mais para vitimas de sequestros, que acabam criando amor pelos seus sequestradores, mas tbm vejo que na infancia, se nao for uma infancia feliz, com certeza vc tera resultados na sua fase adulta.
Note:
A Síndrome de Estocolmo
As vítimas começam por identificar-se emocionalmente com os sequestradores, a princípio como mecanismo de defesa, por medo de retaliação e/ou violência. Pequenos gestos gentis por parte dos captores são frequentemente amplificados porque, do ponto de vista do refém é muito difícil, senão impossível, ter uma visão clara da realidade nessas circunstâncias e conseguir mensurar o perigo real. As tentativas de libertação, são, por esse motivo, vistas como uma ameaça, porque o refém pode correr o risco de ser magoado. É importante notar que os sintomas são consequência de um stress físico e emocional extremo. O complexo e dúbio comportamento de afetividade e ódio simultâneo junto aos captores é considerado uma estratégia de sobrevivência por parte das vítimas.
Literatura
A síndrome de Estocolmo pode muito bem ser identificada na literatura infantil, no clássico conto francês, escrito por Marie le Prince de Beaumont, "A Bela e a Fera" que conta a história de uma garota bonita e inteligente que é vitima de cárcere privado por uma Fera, e por fim desenvolve um relacionamento afetivo e se casa com a fera.
As vítimas começam por identificar-se emocionalmente com os sequestradores, a princípio como mecanismo de defesa, por medo de retaliação e/ou violência. Pequenos gestos gentis por parte dos captores são frequentemente amplificados porque, do ponto de vista do refém é muito difícil, senão impossível, ter uma visão clara da realidade nessas circunstâncias e conseguir mensurar o perigo real. As tentativas de libertação, são, por esse motivo, vistas como uma ameaça, porque o refém pode correr o risco de ser magoado. É importante notar que os sintomas são consequência de um stress físico e emocional extremo. O complexo e dúbio comportamento de afetividade e ódio simultâneo junto aos captores é considerado uma estratégia de sobrevivência por parte das vítimas.
Literatura
A síndrome de Estocolmo pode muito bem ser identificada na literatura infantil, no clássico conto francês, escrito por Marie le Prince de Beaumont, "A Bela e a Fera" que conta a história de uma garota bonita e inteligente que é vitima de cárcere privado por uma Fera, e por fim desenvolve um relacionamento afetivo e se casa com a fera.
Childhood
Minha infancia foi um sonho, como de quase todas as crianças, mas um sonho que sò eu via, sentia, ninguem acreditava, nem aqueles que teriam que ter me dado esse apoio pedagogico, mas nao nao foi por falta de amor e sim por falta de conhecimento. Geniosa era o que eles diziam, mas nao entendia na època bem o significado, me sentia ofendida com esse rotulo, na verdade queria era me expressar, estava em processo de auto afirmaçao, distinguir meus gostos, meu dom, que as vezes alguns pais deixam passar desapercebidos por falta de tempo, paciencia, amor, enfim, cada um com seus problemas popularmente dizendo.
A infancia è o periodo mais importante para um crescimento com equilibrio, hoje consigo entender tudo o que acontece comigo, pelo fato dos acontecidos em certas situaçoes. Minha familia era um sonho na frente dos bastidores, mas quando as cortinas se fechavam, me lembro que sentia medo, quando meu pai estava para tornar a casa, nao era sempre, mas acho que nao precisamos sentir isso na infancia, precisamos sentir amor e segurança. Cada vez que vejo um adulto agredindo alguma criança me da ansia de vomito e vontade de esgoelar esse adulto covarde, porque isso è uma covardia. Como apanhei quando era pequena! meu Deus! cada vez sentia mais raiva, de cada tapa, de cada puxao de cabelo, dizia sempre que era uma covardia, discutia, batia boca, me defendia atè o fim.Nao concordava, queria falar e nao me deixavam. Minha mae fala que exagero quando lembro, mas o meu arquivo psicologico esta memorizado inconscientimente, mesmo que nao queira lembrar, mas è isso que eu sinto!
A infancia è o periodo mais importante para um crescimento com equilibrio, hoje consigo entender tudo o que acontece comigo, pelo fato dos acontecidos em certas situaçoes. Minha familia era um sonho na frente dos bastidores, mas quando as cortinas se fechavam, me lembro que sentia medo, quando meu pai estava para tornar a casa, nao era sempre, mas acho que nao precisamos sentir isso na infancia, precisamos sentir amor e segurança. Cada vez que vejo um adulto agredindo alguma criança me da ansia de vomito e vontade de esgoelar esse adulto covarde, porque isso è uma covardia. Como apanhei quando era pequena! meu Deus! cada vez sentia mais raiva, de cada tapa, de cada puxao de cabelo, dizia sempre que era uma covardia, discutia, batia boca, me defendia atè o fim.Nao concordava, queria falar e nao me deixavam. Minha mae fala que exagero quando lembro, mas o meu arquivo psicologico esta memorizado inconscientimente, mesmo que nao queira lembrar, mas è isso que eu sinto!
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